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Sem esconder que o G500 é sempre uma surpresa numa utilização nos piores caminhos do mundo, temos de admitir que também pode ser uma grata surpresa no asfalto, onde o 63 AMG é impressionante.
À excepção do pilar A e dos vidros laterais, tudo o que estava acima das portas foi cortado, dando origem a um dos G500 mais extremos que alguma vez vimos.
Arriscamo-nos a dizer que é o único Rolls-Royce no mundo com um "roof rack" no tejadilho, uma pintura camuflada, luzes extra na grelha dianteira e claro, enormes jantes de 24 polegadas da Forgiato.
Este Mercedes Classe G único – queremos acreditar que não há mais do que um exemplar nesta cor – pertence a uma cabeleireira do Sul da Flórida e com todas as modificações de que foi alvo custa mais de 250 mil euros.
Este "monstro bipolar" é alimentado por um bloco V8 biturbo de 4.0 litros que debita uns impressionantes 735 cv de potência e 920 Nm de binário máximo.
É certo que a imagem exterior pouco ou nada mudou face ao primeiro "G" que a Mercedes nos mostrou em 1979, mas isso não é mau… Este aspecto "quadradão" já faz parte do ADN do "Geländewagen" e tentar mudar isso seria um erro.
O Mercedes Classe G é a proposta mais radical que o dinheiro pode pagar e é necessário muito dinheiro para comprar o modelo mais caro do catálogo da Mercedes, apesar de ser um jurássico que tem origem em 1979.
Se os modelos da família "G" da Mercedes ganharam nos últimos anos um estatuto de veículos de luxo, convém recordar que são, e sempre foram, veículos de todo-o-terreno.
Se quer comprar um Mercedes-AMG G500 4×4² é melhor despachar-se, é que a fabricante de Estugarda acaba de comunicar que vai descontinuar este modelo já no final deste mês.