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Excesso de velocidade: o que virá a seguir?

Excesso de velocidade: o que virá a seguir?

22:47 - 18-08-2016
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O Código da Estrada estabelece os limites de velocidade de circulação automóvel nos centros urbanos e fora deles. Todos os encartados têm disso conhecimento. Caminhos, ruas, estradas, auto-estradas, pontes e túneis por esse país fora estão, geralmente, bem ‘engalanados’ com avisos dos limites. Uns são horizontais, a maioria verticais,
coloridos quanto baste, nem sempre muito visíveis, é certo, mas estão lá para automobilista não esquecer. Porque quem esquece normalmente paga caro com a carteira!

Apesar disso, e a avaliar pelo número de acidentes que as autoridades contabilizam diariamente – mensalmente –, com origem nos excessos, são cada vez mais os automobilistas que passam dos limites. O que fazer então para minimizar esta onda de excessos?

Ele há a polícia que fiscaliza, os radares que automaticamente nos controlam – e fazem pagar por isso –, e também muitos outros estratagemas para travar os incumpridores.

Lombas, lombinhas, obstáculos na via que obrigam os condutores a reduzirem a velocidade para os ultrapassar, semáforos que passam a vermelho quando detectam excesso de velocidade, enfim, tudo a bem da segurança rodoviária.

Em Espanha, por exemplo, a palavra ‘Recuerde’ aparece mesmo em muitos sinais de trânsito que indicam o limite de velocidade. Por cá, o ‘Recuerde’ foi substituído por... um ponto de exclamação, que poucos condutores entendem!!!! Não admira por isso que todos os dias novas ideias dêem à luz na cabeça dos reguladores de tráfego. E a mais recente chega-nos da Suécia, país onde a segurança automóvel e rodoviária assume contornos bem mais rígidos que na maioria dos países europeus.

A novidade chama-se lomba activa, em inglês, ‘Actibump’. Uma superfície plana que em segundos se torna em lomba. É verdade! Sempre que um veículo se aproxima demasiado depressa de um ‘Actibump’ ele é activado automaticamente e levanta, criando uma deformação na estrada e obrigando o condutor a desacelerar. Para os restantes condutores, cumpridores dos limites impostos, a superfície mantém-se plana e pode ser ultrapassada sem problema. Até os ciclistas podem contornar o Actibump se foram apanhados no momento do mesmo levantar devido ao excesso de um condutor. Os veículos de emergência, como as ambulâncias, os bombeiros e as polícias também dispõem de dispositivos que bloqueiam momentaneamente o sistema para poderem circular mais rápido.

O Actibump começou já a ser instalado em várias estradas que ligam a Suécia e a Dinamarca, mas também em Malmo e Uppsala, surpreendendo alguns turistas. Um dia destes a surpresa vai chegar até nós!
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