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Ofensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctrica

21:32 - 11-01-2021
 
Ofensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctricaOfensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctrica
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Ofensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctrica

Pode ser uma das berlinas mais ferozes a concorrer contra o Tesla Model S, pelo menos no mercado chinês.

Ofensiva asiática: NIO ET7 com 1.000 km de autonomia eléctrica

O NIO ET7 foi este sábado apresentado em Chengdu, e as reacções têm sido bem positivas quanto à estética… e à autonomia eléctrica! 

A berlina, com sensores de alto desempenho na sua estrutura para uma condução autónoma de nível 3, tem 5.098 mm de comprimento por 1.987 mm de largura e 1.505 mm de altura, com a distância entre eixos a situar-se nos 3.060 mm. 

Os faróis LED de feixe duplo e as luzes diurnas complementam-se com os farolins em cristal, formando uma silhueta aerodinâmica esteticamente feliz com um coeficiente de 0,23.

No interior reina a sobriedade, com uma apresentação semelhante à de um Tesla Model S. O painel de instrumentos é marcado por um ecrã digial, de 10,2 polegadas, e um ecrã táctil de infoentretenimento de 12,8 polegadas.

Autonomias de 500 a 1.000 km 

A verdadeira "força" do NIO ET7, no entanto, está nas baterias que o equipam, com opções de 70, 100 e 150 kWh. 

É a autonomia oferecida pela de maior capacidade que impressiona, já que permite uma autonomia de mais de mil quilómetros, embora este número esteja de acordo com o antigo ciclo NEDC.

Mesmo assim, as outras duas baterias revelam um desempenho prometedor, com a de 70 kWh a oferecer 500 quilómetros de autonomia, e a de 100 kWh a propor 700 quilómetros, ainda de acordo com aquele ciclo. 

Os dois motores eléctricos, oferecem 480 kW (653 cv) de potência e 850 Nm de binário totais, com o primeiro bloco compacto com ímãs permanentes a colocar 180 kW (245 cv) no eixo dianteiro, e o segundo a dar 300 kW (408 cv) às rodas traseiras. 

O desempenho em estrada também parece ser bem animador, com o construtor chinês a anunciar apenas 3,9 segundos para acelerar dos 0 aos 100 km/hora e bastando-lhe 33,5 metros de distância para travar a essa velocidade.

O fabricante assegura que a berlina foi concebida para responder aos padrões de segurança do EURO NCAP, apontando a uma classificação de cinco estrelas. 

A estrutura apresenta um corpo híbrido de aço e alumínio ultra-resistente e elevada rigidez torcional. A suspensão pneumática "inteligente e o controlo contínuo de amortecimento são de série em todas as variantes. 

O controlo dinâmico das quatro rodas baseia-se em mapas de alta definição e sensores de alta precisão para detectar irregularidades na estrada e ajustar activamente a suspensão.

O NIO ET7 compreende ainda um novo sistema de condução autónoma, apoiado numa câmara com oito megapíxeis de resolução e chips Nvidia. 

A capacidade de processamento da informação é anunciado como sendo até sete vezes superior aos computadores autónomos que equipam os Tesla. 

Distintos serão também os sensores LIDAR, capazes de "ler" até 500 metros de distância o ambiente que rodeia o carro, focando-se, de forma dinâmica, em objectos com uma precisão milimétrica. 

Na China, com as baterias incluídas, o NIO ET7 de 70 kWh é proposto por 56.585 euros, enquanto a variante de 100 kWh atinge os 63.911 euros, desconhecendo-se o valor da versão de 150 kWh.

As encomendas estão já abertas, com as primeiras entregas da variante First Edition previstas para o primeiro trimestre do próximo ano. 

Embora a Europa seja um dos mercados seleccionados pelo construtor, desconhece-se a data da sua chegada ao Velho Continente e por que preços. 

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JohnD.   19:12 - 14-01-2021
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Nem que me dessem o carro de borla eu o aceitaria. A razão é porque o governo chines se calhar roubou os planos de qualquer fabrica automóvel, mais precisamente a da Sony. Alem disso comprar produtos chineses é alimentar o dragão que te quer controlar e destruir a economia do mundial.
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Gonçalo Martins Martins   05:29 - 13-01-2021
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condução autónoma de nível 4 e nao de nivel 3 como se le na noticia.
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