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Novos vs. usados: qual a melhor opção?
16:26 - 28-06-2019
 
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A compra de um automóvel é, muitas vezes, uma decisão mais dramática do que feliz para qualquer pessoa, principalmente para quem tem uma carteira menos abonada.

Face ao investimento financeiro que é necessário fazer, os carros seminovos ou usados estão a escalar nas preferências dos automobilistas nacionais em relação aos modelos novos.

Segundo dados da Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), e apenas no que respeita ao mercado de importação de usados, 32518 viaturas ligeiras entraram no nosso país nos primeiros cinco meses deste ano, uma subida de 12,2% em relação ao mesmo de período de 2018.

Em contraponto, foram vendidas cerca de 103 mil unidades novas nesse mesmo espaço temporal, a que corresponde uma descida de 4,7% quando comparada com o ano passado.

Não comprar gato por lebre

Optar por um veículo usado obriga o potencial comprador a estar atento a alguns pontos antes de tomar a decisão final, evitando assim uma carga de problemas.

Um seminovo com menos de três anos pode ser uma solução muito positiva em termos de poupança financeira. E reconheça-se que nem todos os automobilistas estão ansiosos por estrearem um modelo acabado de ser lançado no mercado.

À partida, estes veículos mantêm as características originais e, em termos mecânicos, não apresentam o mesmo desgaste das viaturas usadas com mais idade.

Primordial, no entanto, é solicitar o livro de revisões para verificar as manutenções e reparações que foram feitas. A uma recusa na apresentação do documento, mais vale virar as costas ao negócio.

Importa também saber se é mais racional comprar um veículo usado a um particular ou a um concessionário.

Não é preciso ser um especialista para saber que a compra ao próprio dono pode ser muito arriscado, já que não é simples verificar os possíveis problemas que o carro possa ter.

Mesmo que o preço seja superior, como muitas vezes sucede, a opção por um concessionário é mais consciente, já que a empresa está obrigada a dar uma garantia sobre o carro comprado.

De maneira a ter uma segunda opinião, há sempre a possibilidade de propor ao vendedor para que o carro seja revisto por uma oficina de confiança.

Mesmo nestes casos, no entanto, há aquelas avarias "ocultas" que podem não ser visíveis numa análise mais superficial.

Por fim, verificar se o usado mantém o equipamento original quando foi vendido novo. Não são raras as situações em que faltam alguns elementos no modelo escolhido, podendo o potencial comprador negociar, a seu favor, um preço mais baixo

Infelizmente, a outra face da moeda na compra de um veículo usado ou seminovo regista-se no incremento do envelhecimento do parque automóvel de ligeiros de passageiros

A idade média está já nos 12,6 anos, sem falar na correspondente subida das emissões poluentes e na maior insegurança rodoviária.

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