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Antigo director da VW condenado a sete anos de prisão pelo Dieselgate

15:55 - 07-12-2017
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A Volkswagen anunciou esta semana que faltam 100 semanas para o arranque do seu (ambicioso) plano de produção da gama eléctrica I.D., que terá na berlina I.D. o primeiro modelo a ser comercializado, em finais de 2019.

Depois disso ainda virão o I.D. Buzz (o novo "pão-de-forma") e o SUV I.D. Crozz. E estes são apenas os modelos confirmados, porque a marca de Wolfsburgo já confessou que a sua estratégia eléctrica pode chegar aos 20 modelos em 2022.

É um cenário ambicioso e que dá uma imagem de força da Volkswagen. Mas a verdade é que ainda pairam algumas "nuvens negras" sobre a imagem da marca alemã, sobretudo nos Estados Unidos, onde ainda ninguém esqueceu o famoso escândalo do Dieselgate.

E sempre que nos começamos a esquecer do que aconteceu, surge uma notícia para nos recordar. A mais recente é a de que Oliver Schmidt, que liderou o departamento de homologações da marca nos Estados Unidos, entre 2014 e Março de 2015, foi condenado a sete anos de prisão e obrigado a pagar uma multa de 400 mil dólares (o equivalente a 340 mil euros) por culpa do seu envolvimento no Dieselgate.

Schmidt, que já tinha sido detido pelo FBI em Janeiro deste ano, na Flórida, declarou-se culpado das acusações de conspiração por ter deliberadamente escondido das autoridades norte-americanas o "software" usado pela VW para forjar os testes de emissões, entre 2006 e 2015, e por ter violado o "Clean Air Act", uma lei norte-americana que visa controlar a poluição do ar no país.

Recorde-se que além de Oliver Schmidt só outro funcionário da Volkswagen recebeu uma sentença nos Estados Unidos. Trata-se de James Liang, um engenheiro da marca de Wolfsburgo que foi condenado a 40 meses de prisão nos Estados Unidos.

Além de Schmidt, estima-se que outros executivos da marca tenham estado envolvidos neste escândalo, mas todos eles são cidadãos alemães e, por isso, estão fora da alçada da justiça norte-americana. Essa regra não se aplicou a Schmidt porque o próprio viajou com a família para solo americano, mais concretamente para a Flórida, onde iria passar férias.
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