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Mazda3 1.8 Skyactiv-D: 116 cv de potência que parecem muitos mais
13:38 - 01-09-2019
 
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Condução ágil e vigorosa são dois pontos a reter na nova berlina Mazda3, equipada com o motor 1.8 Skyactiv-D de 116 cv, que o Aquela Máquina testou no início desta semana. 

Já na sua quarta geração, a proposta da marca japonesa revela-se uma aposta feliz, num modelo esteticamente muito bem conseguido, e proposto com um preço de arranque a partir dos 30.300 euros na versão Evolve, e sem quaisquer equipamentos opcionais. 

O novo Mazda3 assume uma interpretação mais madura do 'design' Kodo, encarnando a essência da estética japonesa em toda uma nova geração de modelos da marca. 

Com 4660 mm de comprimento e 1795 mm de largura, com uma distância de 2725 mm entre os eixos, distingue-se entre os seus pares pelas suas linhas simples, elegantes e sofisticadas, assumindo-se como carro para toda a família.

Aliás, no início de Julho, o modelo foi galardoado com o prémio de 'design' 'Red Dot: Best of the Best', exactamente pelo apuro estilístico e estético conseguidos.

A bagageira tem 450 litros de espaço útil, atingindo os 1138 litros de capacidade com os bancos traseiros rebatidos.

Prestações dinâmicas

Em termos de desempenho, a Skyactiv-Vehicle Architecture permite aproveitar ao máximo o seu sentido de equilíbrio natural, enquanto o propulsor a gasóleo garante um controlo efectivo da velocidade da berlina, qualquer que seja a situação de condução.

O Mazda3 revela-se, assim, um estradista por excelência graças a um motor que responde de forma efectiva quando para tal é solicitado.

Estamos a falar de um 'diesel' com apenas 116 cv às 4000 rotações e um binário máximo de 270 Nm, mas a potência assume-se suficiente para um carro familiar com estas características, ainda mais quando é levado para a auto-estrada.

Contudo, em estradas mais sinuosas, o Mazda3 equipado com este propulsor também consegue responder de forma positiva às solicitações mais exigentes.

Por alguma razão os engenheiros da marca colocaram o prazer de condução na vanguarda do desenvolvimento do modelo, garantido pelo turbocompressor de geometria variável desde os regimes mais baixos até aos mais elevados.

É verdade que o volante poderia ser menos "solto" à medida que se vai ganhando velocidade, um reflexo que é mais óbvio em vias mais sinuosas e com piso mais irregular.

Mesmo assim, o piloto nunca perde o controlo da situação, mesmo que adopte uma postura de condução mais desportiva, graças a uma caixa manual de seis velocidades precisa e fiável.

A suspensão, que sofreu uma renovação ao nível da sua geometria, ajuda a transmitir as sensações da estrada de uma forma mais linear.

Para atingir esse objectivo, foi adoptada uma versão evoluída da arquitectura MacPherson no eixo da frente, e um novo sistema de braços de torção no eixo traseiro.

Se para o condutor mais "racing" esta é uma característica que proporciona um prazer de condução acrescido, talvez o mesmo não sintam os restantes ocupantes, penalizados por algum desconforto quando o piso é mais desnivelado.

Em termos de desempenho, a aceleração dos 0 aos 100 km/hora ronda os 10,3 segundos, enquanto a velocidade máxima do 1.8 Skyactiv-D atinge os 199 km/hora.

Face a esse estilo de pilotagem, acabam por ser muito positivos os consumos apresentados pela marca, oscilando entre os 4,8 e os 5,7 litros por cada centena de quilómetros percorridos, e com emissões entre os 130 e 151 g/km de acordo com a classe Euro 6d-TEMP.

Do nosso lado, o consumo do modelo testado ultrapassou o patamar superior em condução mais esforçada e apenas com o condutor a bordo, mas nem por isso deixam de ser valores positivos para um carro que pesa 1300 quilos.

Sinta-se como em sua casa

Naquela que é a nossa "casa" quando nos deslocamos, não deixa de ser uma agradável surpresa o bom gosto colocado na construção de um habitáculo com características quase minimalistas.

Todos os elementos internos foram simplificados ao máximo, numa filosofia que incorpora o lema da marca "menos é mais", mantendo, no entanto, uma sensação de tactilidade.

O volante, o painel de instrumentos, com o ecrã central ligeiramente virado para o condutor, e as saídas de ventilação conferem uma boa simetria ao posto de condução.

Já os únicos botões físicos no painel central são os do sistema de ar condicionado. O novo sistema de ‘infotainment’, de 8,8 polegadas, é operado por um simples botão rotativo logo atrás do punho das mudanças de velocidade.

Os materiais plásticos de qualidade usados no habitáculo, assim como os estofos em tecido de qualidade, reforçam a sensação de conforto e de exclusividade de carro de gama superior.

Em suma, o Mazda3 1.8 Skyactiv-D apresenta-se como uma berlina para toda a família, mas com uma raça desportiva que torna a condução mais dinâmica e excitante.

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