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Toyota C-HR testado: um anticonformista para toda a família

19:58 - 23-02-2024
 
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É um dos sete finalistas a Carro do Ano 2024 do nosso país e com argumentos que explicam a sua escolha.

O novo Toyota C-HR prossegue na senda de sucesso iniciada em 2016 com a primeira geração do crossover… e sempre em modo 100% híbrido!

Mais sedutor do que nunca, adopta à frente os traços afilados mas particularmente agressivos do Prius.

A traseira, mais inclinada do que nunca, é também decisiva para esta nova modernidade, quase como se fosse um protótipo de produção.

Mais curto em 3 cm do que o antecessor, para os 4,36 metros, no entanto, é mais largo (1,83 metros) e mais baixo (1,56 metros).

O que não muda mesmo são os 2,64 metros de distância entre eixos, a tentar conciliar uma boa habitabilidade com um visual tão dinâmico.

Mesmo assim, há espaço atrás suficiente para acomodar três adultos, embora o do meio possa sentir-se algo apertado.

A bagageira também ganhou mais dez litros face ao modelo que agora substitui, passando para os 388 litros de capacidade.

Interior podia ser mais ousado

Há uma nítida evolução na qualidade dos materiais e nos acabamentos mas, em termos estéticos, o desenho interior não segue a audácia das linhas exteriores.

O tabliê redesenhado recebe um painel de instrumentos de 12,3 polegadas com três configurações, e um ecrã multimédia que pode ser do mesmo tamanho.

Compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fios, admite actualizações remotas, mas as funções mais vulgares estão disponíveis em botões físicos.

Quanto aos auxiliares à condução, o C-HR conta com a versão mais recente mais recente do sistema Safety Sense da Toyota.

Novidade é o sistema de controlo a baixa velocidade, que atrasa a aceleração repentina ou errada caso haja risco de colidir com o veículo da frente.

Potência acertada para o dia a dia

Disponível, por agora, apenas na versão 140H, combina um bloco de 1.8 litros a um motor eléctrico para uns combinados 140 cv.

Mais uma vez, o desenho dinâmico do crossover convida a maior poder de fogo mas esta potência é mais do que suficiente para um uso quotidiano.

A velocidade máxima está "limitada" nos 170 km/hora, demorando quase dez segundos a cumprir os zero aos 100 km/hora.

Todavia, sendo um híbrido, tem na poupança de combustível o seu maior trunfo sem perder a agilidade quando é necessário pisar o acelerador com mais força.

As transições entre ambos os propulsores são subtis e facilmente se conseguem consumos em redor dos cinco litros/100 km em ambiente urbano.

Bem isolado ao nível acústico, o barulho do motor em gasolina mal se faz ouvir, o que já não acontece quando se entra em estrada aberta.

A caixa automática CVT continua a ser um problema nesta mecânica híbrida, obrigando o motor térmico a soltar gemidos que roçam o irritante.

Felizmente, não é difícil descobrir o ponto de aceleração em que ela "sobe" para uma relação superior, o que torna a condução muito mais agradável aos ouvidos.

Eficácia na condução

No percurso realizado pela região de Mafra, com uma rápida incursão por uma estrada em terra batida, não se portou nada mal.

Sente-se um progresso significativo no comportamento do crossover, com os movimentos laterais a serem contidos graças à adopção de novas suspensões.

A condução é eficaz embora se sinta a falta de alguma sensibilidade na direcção, mas em todo o caso, o amortecimento é de alto nível.

Os consumos continuam a ser contidos, embora à velocidade máxima legal na auto-estrada acabem por subir com alguma substância.

Mesmo assim, não é difícil mantê-los abaixo dos seis litros por cada centena de quilómetros percorridos, que descem para os cinco litros numa estrada nacional.

Focado no estilo e na tecnologia a bordo, o preço final do Toyota C-HR cresceu face ao antecessor mas não de forma tão excessiva face ao que é oferecido.

A sua maior qualidade continua a ser a contenção nos gastos de combustível, mantendo a fiabilidade por que os modelos da marca são reconhecidos.

Disponível no nosso país desde o final do ano, a versão Comfort guiada pelo Aquela Máquina, e que dá entrada à gama, arranca nos 36.900 euros.

De série pode contar já com faróis LED, ar condicionado automático bizonal zonas, câmara traseira, cruise control adaptativo e jantes de 17 polegadas.

Segue-se o nível de equipamento Square Collection, a partir dos 40.800 euros, com o Lounge a iniciar-se nos 43.600 euros.

O topo de gama é assumido pelo nível GR Sport Premiere Edition, a assumir a sua exclusividade por 54.250 euros.

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