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Quebra-cabeças: este Porsche Carrera GT já foi 78 vezes desmontado e reconstruído

Um Porsche Carrera GT já foi desmontado e remontado quase 80 vezes desde que saiu, em 2004, da linha de montagem. 

O leitor que não entre em pânico porque nada tem a ver com a fiabilidade deste super carro, que é já considerado um "clássico" nas estradas. 

O Porsche Carrera GT em questão faz parte do programa de formação da Academia de Treino de Pós-Venda da subsidiária americana, sediada no Porsche Experience Center de Atlanta. 

Os mecânicos que por ali passam atingem um nível de conhecimento excepcional graças aos meios que lhes são disponibilizados para compreender cada veículo da marca. 

E é nesse super desportivo que equipas de seis elementos aprendem todos os segredos para o reparar num curso de quatro dias. 

Isso implica a desmontagem completa da viatura, para conhecerem a localização de cada peça e componente, e a sua posterior montagem. 

Tudo é retirado da estrutura construída em torno de um monocasco em fibra de carbono, a começar pela remoção dos painéis da carroçaria e do motor V10, sem esquecer a embraiagem, a suspensão e os travões. 

Significa isso que os técnicos formados pela Porsche, dos concessionários da marca nos EUA e no Canadá, estão mais do que preparados para fazer a manutenção de todos os Carrera GT que rodam no continente americano. 

No exemplar em apreço, essa tarefa já foi executada 78 vezes nos últimos 16 anos, neste exemplar com apenas com 2.325 quilómetros no hodómetro. 

Na verdade, o desportivo apenas se desloca para eventos oficiais da marca ou para ser testado após a sua remontagem pelos alunos. 

Convém sublinhar a complexidade deste super carro, com um design muito próximo dos modelos de competição, e com uma produção limitada a 1.270 exemplares. 

O Porsche Carrera GT está equipado com um bloco V10 de 5.7 litros a 68º, com lubrificação por cárter seco. 

A unidade em questão desenvolve uma potência de 612 cv às 8.000 rotações por minuto (rpm), e um binário de 590 Nm às 5.750 rpm, sendo a transmissão feita através de uma caixa manual de seis velocidades. 

O super desportivo pode atingir uma velocidade máxima de 330 km/hora, graças ao último motor 100% térmico de um supercarro feito em Zuffenhausen, antes do 918 Spyder. 

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