
















A Fiat já tinha dado o primeiro aperitivo, para agora revelar por inteiro os novíssimos Grizzly e Grizzly Fastback para celebrar os 127 anos que a insígnia italiana cumpriu no último sábado.
Com 4,40 e 4,50 metros de comprimento, respectivamente, marcam o próximo passo na estratégia de produto da FIAT em dois formatos diferenciados, mas sempre segundo uma abordagem simples e versátil.
Se o Grizzly propõe espaço, conforto e praticabilidade na condução do dia a dia, o Grizzly Fastback eleva o nível estético ao exibir um perfil mais distinto mas sem perder o foco nas necessidades da família, como evidenciam os 600 litros da bagageira.
Os dois modelos têm a estreia ao público agendada para o salão automóvel de Paris em Outubro, com o lançamento comercial nosso país a acontecer antes do final do ano com um preço de partida que poderá ficar abaixo dos 25 mil euros.
São as propostas mais recentes da Fiat para tornar a mobilidade mais acessível, seja ela em modo híbrido ou eléctrico, sem esquecer a versão puramente a gasolina.
Os novos Grizzly e Grizzly Fastback, construídos sobre a plataforma Smart Car já partilhada pelos Citroën C3 Aircross e Opel Frontera para o segmento C, vão buscar a inspiração estética ao bem sucedido Grande Panda.
As linhas profundamente quadradas e as assinaturas luminosas pixelizadas conferem a ambos a forte personalidade que o SUV compacto exibe desde o primeiro momento, mesmo se a decoração do habitáculo pareça ser menos "divertida".
Embora o desenho do posto de condução seja semelhante, a começar pelo mesmo volante de dois raios, a diferença está mesmo na separação entre o painel de instrumentos e o ecrã para o infoentretenimento
Os comandos físicos presentes na consola central também foram reduzidos ao mínimo, pelo menos nas versões com caixa automática, como ilustra uma das fotografias avançadas pela marca.
O que não é segredo é a adopção dos mesmos grupos motrizes dos "primos" Citroën C3 Aircross e Opel Frontera, o que significa que a entrada na gama deverá fazer-se com o bloco turbo de 1.2 litros com 100 cv aliado a uma caixa manual de seis relações.
Seguem-se as variantes micro híbridas apoiada no mesmo motor a gasolina e num propulsor eléctrico, aliada a uma transmissão automática e-DCT6 de seis velocidades, para uma potência combinada de 145 cv.
A versão 100% eléctrica equipa um motor de 113 cv alimentado por baterias de 44 kWh ou de 52 kWh, para as respectivas autonomias variarem entre 300 e 400 quilómetros entre carregamentos.
Texto: P.R.S.
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