
















A BMW vai propor a saída voluntária a quase metade dos seus funcionários na Alemanha. São cerca de 8.000 postos de trabalho a eliminar até ao final de 2027, de acordo com uma nota da agência Lusa.
Fonte do grupo alemão revelou esta quarta-feira à Agence France-Presse que cerca de 40.000 dos 85 mil funcionários que trabalham na Alemanha irão receber essas propostas a partir de Outubro.
As propostas excluem o pessoal da produção, sendo esta a parte dum plano que ilustra a crise que a industria automóvel ger enfrenta.
Recorde-se que a 10 de Julho foi avançado que o grupo automóvel vendeu 1.156.742 veículos das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce no primeiro semestre, menos 4,2% do que em igual período de 2025, penalizado pela quebra das vendas na China..
O conglomerado automóvel informou que as vendas da marca principal, a BMW diminuíram para 1.004.681 unidades (- 6,2%) naqueles seis meses do ano, enquanto as da Mini aumentaram para 149.538 unidades (+ 11,7%).
As vendas da marca de luxo Rolls-Royce baixaram para 2.523 unidades no mesmo período, correspondente a uma queda homóloga de 9,8%.
Da mesma forma, as vendas de modelos eléctricos e híbridos caíram para 295.407 unidades, menos 7,4% do que no mesmo período de 2025.
Jochen Goller, responsável do conselho de administração pelas vendas do grupo, salientou que, apesar dos desafios a nível mundial, conseguiram aumentar as vendas nos Estados Unidos da América e na Europa.
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