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'Scanners' Bluetooth: nova ferramenta para assaltar automóveis?
13:01 - 19-11-2019
 
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Já deve estar farto de ouvir aquela máxima de que não deve deixar objectos à mostra no carro quando estaciona. E, mesmo que os coloque no porta-bagagens, deve fazê-lo momentos antes de encontrar um lugar para estacionar.

Mesmo tendo todos estes cuidados, continuam a verificar-se, com inusitada frequência, o arrombamento de veículos para furtar valores, com os dispositivos electrónicos, como telemóveis e computadores portáteis, a serem os mais apetecíveis.

Há cerca de uma dúzia de anos, começou a circular na Europa e na América do Norte notícias de que os ladrões mais "tecnológicos" dispunham de dispositivos que permitiam detectar a presença desses equipamentos através das suas baterias de lítio.

Mito urbano ou realidade? Apesar dos sucessivos desmentidos por parte das autoridades policiais, essas histórias ganharam velocidade nas redes sociais, e o nosso país não foi excepção.

Um artigo publicado na revista norte-americana Wired veio dar uma nova luz sobre esta questão, mas com um foco bem diferente.

Ao que parece, tem havido um surto de roubos de equipamentos electrónicos na área metropolitana de São Francisco. E o pior é que os amigos do alheio parecem saber quais são as viaturas que devem escolher para ganharem o jackpot.

Em causa está o uso de scanners de Bluetooth para identificarem quais os carros de onde são emitidos sinais wireless. Identificados os sinais, os ladrões tentam perceber a sua proximidade até chegarem ao alvo.

O arrombamento das portas ou a quebra de vidros para chegar aos objectos é uma questão de segundos.

"Depende muito do modo de suspensão em que os computadores portáteis ficam quando é baixado o ecrã", explicou à Wired o responsável de uma empresa de segurança informática que usa scanners Wi-Fi e Bluetooth em testes de intrusão. "E é vulgar esses dispositivos não exigirem especiais conhecimentos técnicos."

Aliás, o esquema é tão fácil que basta instalar no telemóvel a aplicação de um scanner Bluetooth. Para além de listar todos os sinais nas proximidades, consegue detalhar o tipo de dispositivo e a distância a que ele se encontra.

Mesmo assim, vários especialistas informáticos consideram essas notícias como lendas urbanas, principalmente quando há tão pouca informação sobre esses roubos. Mesmo assim, as polícias norte-americanas confirmam que algo se está a passar nesse campo.

Mesmo assim, há regras de ouro que devem ser seguidas com rigor. A primeira é que nunca se devem deixar no carro objectos valiosos como equipamentos electrónicos.

Se tiver de o fazer, não os deixe em modo de suspensão com o Bluetooth ligado; desligue-os mesmo!

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