
















A Toyota contra-ataca os críticos que a "acusam" de não apostar mais firme na electromobilidade pura e dura: o novo Highlander assume-se como uma resposta pujante, e logo num "sete lugares" totalmente eléctrico.
O SUV não substitui as versões híbridas já existentes, integrando antes a gama como uma alternativa alinhada com a estratégia de electrificação da insígnia japonesa.
Há apenas um dissabor: esta geração está apenas destinada à América do Norte, e não há quaisquer planos para que venha a rolar nas estradas europeias.
Já na quinta geração, o Toyota Highlander revelado ao mundo esta terça-feira assume a linha estilística preconizada pelos bZ4X e C-HR+ alimentados a electrões, como se percebe na assinatura luminosa.
Com 5,05 metros de comprimento por 1,99 de largura e 1,71 de altura, apresenta uma postura imponente como é normal nos SUV "americanos", ainda mais realçada por jantes que podem ir de 19 a 22 polegadas.
Estas cotas beneficiam obviamente o espaço disponível para os sete ocupantes, graças aos 3,04 metros que separam os dois eixos.
O posto de condução é definido por um painel de instrumentos de 12,3 polegadas, alinhado com um ecrã de 14 para acolher o sistema de infoentretenimento, sendo compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fios.
Sendo o conforto uma prioridade, destaca-se o amplo tejadilho panorâmico e o controlo de temperatura da segunda fila de bancos aquecidos, com a postura familiar a confirmar-se numa bagageira com 450 a 1.291 litros.
A Toyota assinala no Highlander quatro opções motrizes eléctricas para as variantes com tracção dianteira ou integral, combinadas com baterias de 77 ou 95,8 kWh para uma autonomia máxima a bater nos 600 quilómetros.
Embora não dê indicações sobre a potência máxima de carregamento, sempre afirma que basta uma espera de 30 minutos para recarregá-las de dez a 80% num carregador DC de 150 kW.
O SUV dispõe de pré-condicionamento da bateria de série, sendo ainda compatível com o sistema Plug & Charge que permite a identificação, autenticação e autorização automáticas para iniciar a operação.
Podem contar-se na gama com opções motrizes de 224 cv e 268 Nm para as versões com tracção dianteira, e de 338 cv e 438 Nm para as variantes com tracção integral; números de desempenho são ainda desconhecidos.
A complementá-lo estão os comuns assistentes à condução num SUV deste gabarito, onde se destaca o controlo adaptativo da velocidade de cruzeiro com manutenção de faixa.
O Toyota Highlander tem prevista para o final deste ano a abertura das encomendas, com as primeiras a acontecerem no primeiro semestre de 2027.
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