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Volvo 262C celebra 40 anos
13:57 - 10-03-2017
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O Volvo 262 Coupé foi certamente um carro que maravilhou o público, o que se traduziu em vendas bem acima do esperado. Um modelo que fez sucesso apesar do preço elevado e que marcou a série 200 da marca sueca.

Foi precisamente no Salão Automóvel de Genebra de 1977 que uma das mais surpreendentes criações foi apresentada. Um coupé de duas portas com um pára-brisas bastante inclinado e um tejadilho mais baixo que o normal. Mas o que talvez mais se destacou no 262c foi o interior, que contava com uma extravagância de pele.

Quando o Volvo 1800ES cessou a sua produção em 1973 não existia nenhum sucessor natural para o papel de modelo desportivo de topo. O CEO da marca, Pehr G Gyllenhammar, viu aqui um problema e resolveu que um coupé de luxo seria a melhor opção, principalmente para o seu maior mercado de exportação – os EUA.

O director de design da Volvo, Jan Wilsgaard, fez então alguns desenhos da forma que teria o carro, mas nada foi construído. O Volvo 164 viria depois a ser usado para testar os novos interiores. O projecto foi levado para as mãos da empresa do designer italiano Sergio Coggiola, em Turin, onde o modelo de quatro portas foi convertido em duas portas e com um tejadilho mais baixo, coberto com vinil e com o símbolo heráldico sueco.

O motor do 262C era inicialmente um V6 de 2.7 litros com 140 cv. Este motor serviu todos os modelos da série 260 e foi desenvolvido em conjunto com a Peugeot e a Renault, sendo que a produção teve lugar em Douvrin, na França.

Como a fábrica de Gotemburgo, na Suécia, não tinha capacidade para a construção deste modelo, a fase final foi levada para a italiana Carozzeria Bertone. Os kits de produção viajaram até Turim, onde os carros foram modificados, pintados e finalizados. Nos primeiros anos o carro foi vendido em prata metálico com o tejadilho em vinil preto. A partir de 1979 foi lançado na cor ouro metálico sem vinil em cima. 

Nos EUA, o carro foi vendido com o nome de Volvo Coupé de 1980, com a opção de pintura toda em preto, que também fez sucesso.

O objectivo inicial seria produzir 800 unidades por ano, mas as expectativas revelaram-se muito baixas, já que entre 1997 e 1981 – ano final de produção – foram vendidos um total de 6 622 modelos. 

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