
















É um dos "todo o terreno" que mais interesse desperta no segmento D-SUV, agora com a gama a ser reforçada a nível nacional com um novo acabamento por um preço mais competitivo.
O Mitsubishi Outlander, na versão Kaiteki, mantém a conjugação da tecnologia híbrida plug-in com o mais recente desenvolvimento do sistema de tracção integral S-AWC que encurta o Super All Wheel Control.
O sistema motriz assume um bloco atmosférico de 2.4 litros aliado a dois propulsores eléctricos e a uma caixa automática multivariável, para uma potência combinada de 302 cv às quatro rodas.
A aceleração dos zero aos 100 km/h, com um tempo de 7,9 segundos, para uma velocidade de ponta de 170 km/hora.
Destacada é a bateria de 22,7 kWh brutos, recarregável a 50 kW DC ou até 11 kW AC, com a autonomia combinada a chegar aos 83 quilómetros.
Sem alterações do lado de fora, o Outlander no acabamento Kaiteki distingue-se a bordo pelos bancos em pele sintética e Alcantara, sendo os dianteiros aquecidos e com regulação elétrica.
Dispõe ainda de visores de 12,3 polegadas para a instrumentação e o infoentretenimento, conectividade Apple CarPlay e Android Auto sem fios, navegação Google com controlo vocal e ar condicionado bizona.
Sistema áudio Dynamic Sound Yamaha Premium com oito altifalantes, controlo adaptativo da velocidade de cruzeiro, e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros reforçam o equipamento do SUV.
Quanto à segurança e assistência à condução, dispõe dum amplo leque de solução avançadas de monitorização.
Já disponível para entrega, o Outlander PHEV Kaiteki é proposto por 42.423 euros, com o preço para empresas a ficar-se pelos 34.490 euros (+ IVA); ambos os valores são "chave na mão".
Como acontece com a variante Intense, que antes dava entrada à gama, o SUV fica posicionado no primeiro escalão de tributação autónoma.
Nas portagens das auto-estradas nacionais é tarifado com a classe 1, desde que instalado o dispositivo Via Verde.
Tal como ocorre com todos os Mitsubishi vendidos na Europa, este SUV é garantido por cinco anos ou 100 mil quilómetros, somando mais três anos ou 60 mil quilómetros de cobertura condicional alargada.
Texto: P.R.S.
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