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Aumento de CO2 “assusta” construtores automóveis
13:39 - 30-06-2019
 
Aumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveisAumento de CO2 “assusta” construtores automóveis
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A subida em 2 g/km, no ano passado, das emissões de dióxido de carbono do parque automóvel ligeiro na Europa, está a provocar dores de cabeça aos fabricantes auto.

Segundo dados provisórios avançados pela Agência Europeia do Ambiente, em média, as emissões poluentes das viaturas ligeiras atingiram 120,4 g/km no ano passado nos 28 países da União Europeia.

A preocupação é legítima tendo em conta que 95% das viaturas novas vendidas em 2020 não deverão ultrapassar 95 g/km, subindo para 100% no ano seguinte.

A questão assume contornos ainda mais dramáticos quando comparadas as normas WLTP de emissões, mais perto da realidade, com as regras NEDC.

A análise feita a 4,4 milhões de viaturas, das quais 30% eram novas matriculações, revelou uma subida de 20% nas medições WLTP em relação às NEDC.

Descida no 'diesel', subida nas emissões

Em comunicado divulgado esta semana, a Associação Europeia dos Construtores Automóveis aponta como principal responsável para a subida dos índices de poluição, a baixa na venda de viaturas com motorizações a gasóleo.

"Existe uma relação directa entre as vendas de viaturas 'diesel' e a gasolina, e as emissões de dióxido de carbono", afirma a instituição. "Com efeito, os veículos a gasolina emitem mais CO2 do que as viaturas a gasóleo equivalentes".

Dados de 2018 revelam que a descida nas vendas dos ligeiros 'diesel' no Velho Continente foi contraposta pelo aumento nas vendas de veículos movidos a gasolina.

O ano passado venderam-se mais 1,1 milhões de viaturas a gasolina, para um total de 8,5 milhões de unidades.

Nos ligeiros a gasóleo, registou-se uma descida quase equivalente (menos 1,2 milhões), atingindo apenas vendas de 5,4 milhões.

Nesse mesmo período, venderam-se menos de 302 mil veículos equipados com motorizações eléctricas.

Inquietações no horizonte

Para respeitarem a meta europeia para as emissões poluentes, os fabricantes estão "obrigados" a apostar massivamente na venda de veículos eléctricos, um desafio que está a inquietar várias marcas automóveis.

A Agência Europeia do Ambiente considera como principais responsáveis para a subida das emissões poluentes o aumento das matriculações de viaturas a gasolina, principalmente no segmento dos SUV.

Estes modelos apresentam, em média, emissões de 133 g/km, ou seja, mais 13 g/km do que viaturas de outros segmentos.

"No cenário actual", considera a Associação Europeia dos Construtores Automóveis, "a perspectiva de multas pelo não respeito do objectivo das emissões de CO2 em 2020/2021 é, em graus diversos, um grave problema para os fabricantes auto".

As desvantagens serão ainda maiores tendo em linha de conta os objectivos de redução em 2025 e 2030 fixadas para o dióxido de carbono.

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Gonçalo Fabião   21:39 - 30-06-2019
é a hipocrisia dos ecologistas. primeiro aparecem com a grande preocupação que é o aquecimento global, indicando como grande prioridade a diminuição de emissões de CO2. Ao mesmo tempo fazem campanha para acabar com o diesel quando ainda não há alternativas a não ser a gasolina, aumentando o CO2
Gonçalo Fabião   21:39 - 30-06-2019
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é a hipocrisia dos ecologistas. primeiro aparecem com a grande preocupação que é o aquecimento global, indicando como grande prioridade a diminuição de emissões de CO2. Ao mesmo tempo fazem campanha para acabar com o diesel quando ainda não há alternativas a não ser a gasolina, aumentando o CO2
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