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Estragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesa
15:35 - 22-05-2019
 
Estragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesaEstragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesaEstragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesaEstragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesaEstragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesaEstragou o carro rebaixado numa lomba e quer que o município assuma a despesa
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Imagine que rebaixa o seu carro e que o danifica a passar uma lomba redutora de velocidade. De quem é a culpa? Do município, que ordenou a sua instalação, ou sua, que rebaixou em demasia o seu automóvel? A resposta está longe de ser fechada, mas isso não impediu um jovem irlandês de "acusar" o município onde vive e de exigir receber o que gastou na reparação dos danos do seu automóvel.

O jovem em causa é Christopher Fitzgibbon, um irlandês de 23 anos que tem um Volkswagen Passat muito rebaixado (apenas 10 cm de altura ao solo). Depois de fazer esta modificação – custou cerca de 3400 euros - reparou na dificuldade que tinha a ultrapassar este tipo de lombas nas estradas que dão acesso á vila de Galbally, em Limerick, onde vive, até ao dia em que o seu automóvel ficou mesmo danificado.

Agora, exige que o município lhe pague tudo aquilo que gastou na reparação do seu Volkswagen Passat, aproximadamente 2500 euros. Mas a resposta não foi a esperada, com o município a responder de forma negativa à reclamação. "As lombas têm apenas 75 mm de altura. Não recebemos mais nenhuma queixa sobre elas", pode ler-se na resposta oficial do município.

Já Christopher Fitzgibbon, que descreve estas lombas como verdadeiras "montanhas", garante que chegou a ser insultado por um dos engenheiros de estradas do município e que não interessa a velocidade a que circula: "As lombas são ridículas. Podia estar a conduzir a 5 km/h ou a 80 km/h que não fazia qualquer diferença".

Mas este jovem irlandês vai mais longe. É que além dos estragos causados no seu automóvel, Fitzgibbon garante que a instalação das lombas o obrigou a fazer um percurso alternativo até ao trabalho para as evitar. São cerca de 48 quilómetros a mais por dia, resultando em aproximadamente 11.300 quilómetros extra anuais.

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