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Honda Civic Type R: ao volante do mito japonês
14:01 - 14-01-2018
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Guiámos o Honda Civic Type R, um pequeno-grande desportivo que chegou à maturidade com a quinta edição de uma proposta que surgiu em 1997 (numa versão que nunca chegou a ser comercializada oficialmente na Europa) e afirmou a sua reputação desde que começou a ser produzido no Reino Unido em 2001.

Hoje é uma referência ao nível dos hatchback desportivos, e os 320 cv da última versão respondem a todas as exigências de quem tem o prazer da condução seja em estrada ou numa utilização em pista.

DESIGN.
Não há alterações muito profundas na imagem das duas últimas gerações do Type R, mas é mais do que evidente o apuro da aerodinâmica de um modelo que muitos consideram exageradamente "tuning" e outros aplaudem pelo radicalismo da forma, que o distingue da oferta de concorrentes como o Ford Focus ST (e mesmo o RS), Hyundai i30N, VW Golf GTI, ou o SEAT Leon Cupra.

Todos os detalhes da carroçaria têm um fim específico, seja a volumosa asa traseira "biplano", sejam as nervuras do tejadilho e as volumosas entradas e saídas de ar, para já não falar nas três saídas de escape, uma solução destinada a apurar o "cantar" do motor, que, mesmo não sendo um barítono, tem uma voz tão rouca quanto possível... A evolução aerodinâmica leva a Honda a reivindicar uma melhoria da eficácia na casa dos doze por cento.

O Type R foi realizado com base na mesma plataforma que está na origem da última geração do Civic, e isso equivale a dizer que a carroçaria é mais volumosa: mais 95 mm de comprimento e uma distância ente eixos (2.700 mm) superior.

HABITÁCULO.
O estilo é claramente desportivo, mas talvez menos arrojado do que uma carroçaria mais volumosa, que garante mais espaço, embora num desportivo "da verdade" este talvez não seja um argumento fundamental. O painel de instrumentos digital é sóbrio e o design não é o mais moderno ou apelativo. O mesmo se pode dizer do ecrã central táctil, onde os comandos não são os mais intuitivos.

Mas, críticas à parte, o que interessa mesmo aos apaixonados pelos Type R é o desenho do volante com uma excelente "pega" e a qualidade dos bancos dianteiros, verdadeiras "baquets" que asseguram todo o apoio, mesmo ao nível das coxas sem a dureza das protecções laterais agressivas que conhecemos no Ford Focus ST. A posição de condução é excelente, o nivelamento dos pedais em alumínio correcto e a pequena alavanca do comando da caixa de velocidade surge onde deve estar, bem ao alcance da mão.

MOTOR. O bloco 2.0 VTEC turbo de quatro cilindros foi evoluído e a potência chegou aos 320 cv às 6.500 rpm, enquanto o binário de 400 Nm está disponível entre as 2.500 e as 4.500 rpm. A margem e utilização é ampla e pode ser aproveitada com uma caixa manual de seis velocidades, que vinca o carácter desportivo do Type R, quer com o escalonamento, quer com um comando muito curto para ser tão rápido quanto possível.

AO VOLANTE.
Quando se carrega no botão da ignição do motor talvez se esperasse um rugido mais agressivo. Mas, em andamento, tudo pode acontecer tão depressa que rapidamente o cantar do motor passa para segundo plano.

A Honda afirma que a rigidez torsional é 38 por cento superior. Não temos razões para duvidar porque o comportamento é irrepreensível nas curvas mais apertadas e a estabilidade direccional potencia a confiança na abordagem a curvas muito rápidas. O eixo dianteiro é bem controlado pelo autoblocante (de série) que evita o escorregamento (sobreviragem) mesmo nas curvas abordadas com mais optimismo.

Não há qualquer rolamento da carroçaria, que está sempre na origem de uma tendência subviradora na inserção em curva. A suspensão adaptativa também tem a sua quota-parte neste desempenho. Vários sensores gerem a transferência de massas, evitando que a frente levante em aceleração ou mergulhe nas travagens mais violentas.

Houve uma evolução importante na capacidade de travagem (discos Brembo) que resiste bem ao aquecimento numa utilização exaustiva com uma condução agressiva. A direcção eléctrica permite que o condutor sinta a estrada e o pequeno comando da caixa de velocidades é tão rápido como preciso, evitando perdas de rotação.

Quando as coisas começam a aquecer quase não há tempo para fazer o "ponta-tacão" no travão e acelerador para subir o regime do motor nas reduções mais violentas. Mas no Type R isso é dispensável: a Honda desenvolveu um sistema electrónico capaz de garantir essa situação de forma automática.

O condutor pode optar por um de três modos de condução. O "Sport" surge como a proposta normal para um desportivo com estas características, mas numa utilização urbana a proposta "Comfort" acaba por ser tão bem-vinda para aumentar a capacidade de absorção das irregularidades do piso como o modo "R", que leva ao extremo todo o carácter desportivo deste hatchback. É a grande proposta para uma utilização em pista.

Qualquer destes modos influem na rigidez da suspensão (que, mesmo em "Sport", não é uma "tábua"), na resposta do acelerador, na sensibilidade da direcção e na rapidez do comando da caixa de velocidades. Mas o modo "R" vai mais longe: limita a entrada em funcionamento dos controlos de tracção e estabilidade, permitindo um ligeiro escorregamento na abordagem das curvas o que ajuda a grande. É por tudo isto que este talvez seja o melhor Type R de sempre…

Se tudo isto é música para os nossos ouvidos, o preço altera um pouco as coisas. Este Honda tem duas propostas – Type R e Type R GT. O preço começa nos 46.900 euros, mas equipamentos como o sistema Honda Connect, que inclui a navegação; o ar condicionado automático; sensores de angulo morto e de estacionamento e o sistema de carregamento do telemóveis sem fios, disponíveis na versão Type R GT, atiram o preço para os 49.900 euros, um valor acima do pedido por qualquer dos concorrentes directos.

FICHA TÉCNICA 

Motor

2.0 VTEC Turbo

Cilindrada (cc)

1.996

Potência máxima (cv/rpm)

320/6.500

Binário máximo (Nm/rpm)

400/2.500-4.500

Velocidade máxima (Km/h)   

272

0 a 100 km/h (s)

5,7

Consumo médio (l/100 km)   

7,7

Emissões de CO2 (g/km)      

176

Preço desde (€)

46.900

+ CARÁCTER. Este é um automóvel à medida de quem valoriza uma condução mais do que desportiva. Chegou à quinta geração e continua a ser uma referência na sua categoria.

- PREÇO. Não há prazeres baratos, mas este acaba por ser "carote". Até podemos admitir que vale o que custa, mas não esquecemos que no intervalo de preços das duas propostas disponíveis existem muitas alternativas…

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