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Fomos à Grécia conduzir e conhecer o novo Renault Captur
16:55 - 04-11-2019
 
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Lançado em 2013, o Renault Captur vendeu 1,5 milhões de unidades, afirmou-se como um sucesso de vendas e passou a dominar por completo o segmento dos B-SUV na Europa. É líder do segmento na Europa e o segundo automóvel mais vendido de Portugal em 2019, atrás do Renault Clio.

Quando a Renault entrou neste segmento, ainda numa fase muito inicial, existiam poucas alternativas. Agora, alguns anos depois, este é um dos segmentos mais competitivos do mercado e conta com mais de 20 "players". Isso obrigou a Renault a "fazer contas" e a começar a pensar na substituição deste modelo, mesmo que as vendas tenham continuado a crescer de ano para ano. E decidiu fazê-lo com base na plataforma CMF-B, a mesma do novo Clio, e a escolha não podia ter sido melhor.

Mais leve, mais rígida e preparada para receber todos os tipos de motorizações, incluíndo as electrificadas, esta plataforma foi a escolha acertada para este Captur e prova da sua importância é o facto de até 2022 estar na base de cerca de 80% dos modelos da marca do grupo.

Imagem mudou e interior cresceu

Esta nova plataforma permitiu um ganho de 110 mm em comprimento e de 170 mm na distância entre-eixos, valores importantes e que permitiram um ganho ao nível das proporções exteriores e do espaço no habitáculo.

Por fora destaca-se a linha de cintura mais elevada, a grelha dianteira mais larga, os novos pára-choques, a imagem luminosa em forma de "C" e claro, as jantes que podem ir até às 18 polegadas. Este Captur conta com a mesma linguagem visual que a Renault já nos tinha mostrado no novo Clio e isso fica visível em quase todos os ângulos, ainda que de perfil seja a linha horizontal cromada deste Captur que domina todo o desenho.

O impacto visual destas alterações são notórias, sobretudo em movimento, já que este Captur tem uma enorme presença em estrada e um "look" muito mais musculado. 

E se o exterior mudou acredite que o habitáculo mudou ainda mais. Mais uma vez este modelo segue as pisadas do novo Clio, mas isso são óptimas notícias. Neste Captur a Renault voltou a recuperar o "Smart Cockpit", mas acrescentou-lhe uma consola central flutuante que faz toda a diferença. 

A qualidade de construção deste modelo é acentuada pela escolha dos acabamentos. É que se em termos de insonorizarão somos obrigados a lançar um rasgado elogio a este modelo, são os materiais macios do interior (no topo do tablier, na consola e nos painéis das portas), pouco comuns neste segmento, que mais nos impressionaram.

Quanto à oferta tecnológica, centram-se num painel de instrumentos digital que pode ter 7 ou 10 polegadas e num ecrã central vertical, tal como já nos habituámos nos modelos da marca, com 9,3 polegadas. Este ecrã é curvo e conta com a mesma organização de menus que já conhecemos no Clio. Continua a não ser perfeito, até porque não é anti-reflexo e em situações de muita luz continua a ser quase um espelho, mas é muito melhor que o anterior. 

Um dos pontos negativos do interior do Captur continua a ser o porta-luvas em forma de gaveta. A Renault insistiu nesta solução mas podemos dizer-lhe que está longe de ser a mais cómoda, até porque fica ao nível dos joelhos do passageiro da frente…

A posição de condução elevada foi sempre um trunfo deste modelo e nesta nova geração está ainda mais elevada. A visão sobre a estrada é óptima mas para quem gosta de adoptar uma condução mais dinâmica era importante que o banco descesse ligeiramente mais. 

Quanto ao volante, é mais pequeno e mais elegante, garantindo uma pega muito confortável. Por outro lado, os bancos contam com apoio de cabeça integrado e garantem uma excelente postura.

Nos bancos traseiros também há novidades. A Renault reclama um ganho de 170 mm ao nível dos joelhos, sendo que continua a ser possível movê-lo na longitudinal (180 mm, mais 20 mm que antes). Isto também influencia a capacidade de carga da bagageira, que apresenta 536 litros de volume, mais 81 litros do que na geração actual.

Que motorizações estão disponíveis?

É aqui que entra uma das maiores novidades desta gama, a versão híbrida "plug-in" que vai chegar ao mercado em meados do próximo. Esta tecnologia, denominada "E-Tech", vai juntar um motor a gasolina de 1.6 litros a dois motores eléctricos, uma bateria com 9,8 kWh de capacidade e a uma caixa de velocidades especialmente desenvolvida para esta versão. No total a Renault promete uma potência combinada de 160 cv e uma autonomia eléctrica de 45 quilómetros, circulando abaixo dos 135 km/h.

Ainda assim, quando chegar ao mercado, na segunda metade de Janeiro, o Captur estará disponível apenas com motorizações térmicas, que se distribuem em dois motores a gasolina: 1.0 TCe (100 cv) e 1.3 TCe (130 ou 155 cv) e um diesel 1.5 dCi (95 ou 115 cv).

As versões menos potentes estarão disponíveis com caixa manual de cinco velocidades, ao passo que as intermédias estarão equipadas com caixas manuais de seis relações. Quem optar pelas variantes de topo tem como opção uma caixa EDC de dupla embraiagem de sete velocidades.

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Estamos na Grécia a conhecer o novo Renault Captur . . #renaultcaptur #capturyouradventure #captur #renault

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Mais ajudas à condução

A Renault equipou o Captur com mais tecnologia e aumentou a oferta ao nível das ajudas à condução. Destaca-se o aviso de saída de estacionamento e o sistema de travagem de emergência com reconhecimento de peões e ciclistas.

Ao volante: vale a pena?

O primeiro contacto com este novo Captur aconteceu por estradas gregas e só lhe podemos dizer que ficámos impressionados com a grande estabilidade, com a ausência de ruídos e vibrações no habitáculo e com a afinação da suspensão. Apesar de ser ligeiramente mais dura do que a do rival Nissan Juke, por exemplo, absorveu muito bem as (muitas!) irregularidades do asfalto e revelou-se muito importante quando resolvemos "espremer" todo o potencial do motor 1.3 TCe.

Nesta apresentação tínhamos à disposição as versões 1.3 TCe de 130 cv com caixa manual e nível de equipamento Intense e a variante 1.3 TCe de 155 cv com caixa EDC de sete relações e com o nível Initiale Paris.

A versão mais potente, com 155 cv, é claramente a mais emocionante de guiar, com a potência extra a fazer-se sentir sempre que aumentamos o ritmo. A caixa é relativamente rápida e muito suave e isso faz toda a diferença sempre que queremos levar este Captur ao limite.

Ainda assim, a versão com 130 cv do motor 1.3 TCe - desenvolvido em parceria com a Daimler - não lhe fica nada atrás, consegue ser mais equilibrada e é claramente mais indicada à realidade do mercado nacional. Este motor é muito elástico e a baixos regimes tem sempre muita força disponível. Faz equipa com uma caixa manual de seis relações que se mostrou muito rápida e precisa.

Apesar de não a termos testado, convém não colocar de parte a versão com o motor 1.0 TCe. Já conhecemos este bloco do novo Renault Clio e pode revelar-se igualmente uma solução muito interessante para este B-SUV.

Quanto às sensações ao volante, podemos dizer-lhe que este Captur é muito preciso, muito estável e que inspira muita confiança. Mesmo a regimes mais elevados, a carroçaria não revela grandes oscilações e este Captur consegue sempre "segurar-se".

Contas feitas, é seguro afirmar que este Captur está maior, mais conectado e melhor a todos os níveis. Os preços para o nosso país ainda não foram divulgados, mas já há uma indicação de que os preços vão subir ligeiramente face ao modelo anterior. É esse o preço a pagar pela enorme evolução que o Captur registou. E não foram necessários muitos quilómetros para o perceber…

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Novo Renault Captur lado-a-lado com o antigo. Consegue ver o que mudou? . . #newrenaultcaptur #renault #renaultcaptur #captur #capturyouradventure

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