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Ensaio

Ao volante do novo Citroën C4: rebelde, diferente e com uma versão eléctrica

19:31 - 10-02-2021
 
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Ao volante do novo Citroën C4: rebelde, diferente e com uma versão eléctrica

O Citroën mudou muito e nós já o pudemos conduzir. Depois de uma ausência de dois anos do segmento C, a marca francesa está de regresso e logo com um modelo que promete dar que falar. Criado de raiz, o novo C4 é a resposta da Citroën ao que uma berlina compacta deve ser.

Visualmente, o C4 não passa despercebido e divide opiniões, até porque combina as linhas mais tradicionais de uma berlina com os genes de um crossover, decisão que fica evidente nas cavas das rodas muito musculadas, capazes de acomodar jantes de até 18’’, e na maior altura ao solo. Goste-se ou não, o C4 dá nas vistas e prova que ainda vale a pena pensar e fazer diferente.

Ao volante do novo Citroën C4: rebelde, diferente e com uma versão eléctrica

Dentro do habitáculo, um painel de bordo com um desenho muito moderno e futurista, mas com materiais algo duros e que podiam ser mais agradáveis ao toque. Em comparação com os "primos" Peugeot, neste capítulo o C4 parte um pouco atrás, mas compensa pela quantidade de arrumação que oferece. Prova disso é a bandeja que surge por cima do porta-luvas, que permite o encaixe de um tablet, uma estreia mundial a que a Citroën chama de "Smart Pad Support". Este suporte é bastante versátil e permite acomodar quase todos os tablets do mercado, em particular as propostas mais vendidas de marcas como Apple ou Samsung.

Este suporte retráctil é, sem dúvida, uma ideia vencedora da marca francesa, que também apostou num ecrã central multimédia de 10 polegadas, com uma leitura interessante, e num painel de instrumentos digital.

Mas o grande destaque deste habitáculo é mesmo o espaço disponível, sobretudo nos lugares traseiros, que oferecem uma altura acima média e uma largura suficiente para acomodar três adultos, algo cada vez mais raro nos automóveis deste segmento.

A bagageira, com 380 litros de capacidade, está dentro dos volumes oferecidos pelos principais rivais do segmento, mas destaca-se pelo fácil e amplo acesso. No habitáculo existem mais 39 litros de carga disponíveis para guardar objectos.

Tapete voador

A bordo do novo C4, é fácil identificar a preocupação da marca francesa em respeitar uma das suas maiores tradições: o conforto. A primeira coisa que reparamos é no isolamento do habitáculo, que deixa todos os ruídos no exterior.

A posição de condução é elevada, uma característica cada vez mais mais procurada pelos europeus e que não é comum encontrar numa berlina do segmento C. Mas se tudo isto ajuda a que o condutor se sinta relaxado ao volante deste Citroën, são os amortecedores com duplos batentes hidráulicos que fazem deste C4 um dos automóveis mais confortáveis do segmento. As irregularidades do asfalto são absorvidas de forma irrepreensível, mas toda esta orientação para o conforto paga-se nas curvas mais rápidas, uma vez que sentimos a carroçaria a adornar ligeiramente.

Mas porque este é um automóvel com responsabilidades familiares óbvias, o comportamento menos empolgante nas curvas mais rápidas está longe de ser um problema para quem o comprar. É, isso sim, uma proposta que se destaca pela suavidade e pela capacidade de "rolar".

Motor pequeno mas com genica

Durante este primeiro contacto com o novo C4, tivemos oportunidade de conduzir a versão 1.2 PureTech, equipada com um motor a gasolina de três cilindros em linha com 130 cv, aqui equipada com uma caixa automática de oito velocidades que envia a potência em exclusivo para o eixo dianteiro.

Este motor, que já tínhamos testado em vários modelos do grupo PSA, até pode ser pequeno, mas revela muita genica e despacha-se bastante bem, sobretudo porque este C4 é um automóvel bastante leve: a variante que testámos, a gasolina, pesa apenas 1.353 quilos.

O peso baixo, muito por culpa da nova plataforma CMP do grupo PSA (a mesma que encontramos nos Peugeot 208 e 2008, e também no Opel Corsa), que pela primeira vez é utilizada num modelo de segmento C, faz-se sentir nos consumos inferiores e nas melhores prestações, com este C4 a precisar de 9,4 segundos para atingir os 100 km/h e a anunciar um consumo médio de 5,8 litros por cada 100 quilómetros percorridos. Ainda assim, durante este ensaio nunca conseguimos ficar abaixo dos 7 litros, o que se pode explicar pelo facto de ter sido um ensaio bastante curto, de apenas algumas horas.

A resposta viva do motor, o conforto do rolamento e a caixa automática muito competente são três dos maiores trunfos deste novo C4, que se apresenta com motores Diesel de 110 e 130 cv e com motorizações a gasolina de 100, 130 e 155 cv. A estas ainda se soma uma inédita versão eléctrica, denominada ë-C4, que também tivemos oportunidade de testar.

ë-C4: este Citroën também é eléctrico

Por fora, quase nada muda face às versões térmicas, com exceção dos logos específicos nas laterais e no portão traseiro, e dos apontamentos em azul nos "airbumps" laterais e no pára-choques dianteiro.

Dentro do habitáculo, e com exceção dos elementos em azul nas portas, destacam-se apenas os botões específicos na consola central e os grafismos próprios no ecrã ao centro, que nos permitem acompanhar a evolução de todo o sistema eléctrico.

A grande novidade está escondida por baixo da carroçaria, já que este C4 a electrões recorre ao mesmo sistema eléctrico que encontramos no Peugeot e-208 ou Opel Corsa-e. Trata-se de um motor eléctrico que produz o equivalente a 136 cv e é alimentado por uma bateria de iões de lítio com 50 kWh de capacidade.

Olhando para a concorrência, o ë-C4, com uma autonomia prometida de 350 quilómetros, faz boa figura e até deixa o "primo" Peugeot e-2008 para trás, já que com o mesmo motor e a mesma bateria apenas oferece 325 quilómetros de autonomia.

Numa tomada doméstica, o ë-C4 demora mais de 24 horas a atingir os 100 por cento de capacidade da bateria, mas numa wallbox de 11 kW esse número desce para perto das 5 horas.

Já no campo das prestações, este Citroën acaba por ser menos competitivo: acelera dos 0 aos 100 km/h em 9,7 segundos e chega aos 150 km/h de velocidade máxima. Não são números que impressionem, mas também não precisam de o fazer. Este Citroën C4 eléctrico tem responsabilidades familiares visíveis e nesse capítulo é muito competente.

Por comparação com o C4 a gasolina, este ë-C4 oferece o mesmo espaço a bordo e a mesma capacidade da bagageira. Porém, surge mais equilibrado no capítulo dinâmico. É que se o seu "irmão" térmico gosta de adornar em curva, este C4 eléctrico é bastante mais estável, muito por culpa dos 250 quilos que pesa a mais e claro, do centro de gravidade mais baixo.

Isto, a somar aos amortecedores de duplos batentes hidráulicos que tanto elogiámos na versão térmica, torna este C4 eléctrico num dos automóveis mais confortáveis do segmento.

Vale a pena optar pela versão eléctrica?

Os pontos menos positivos da versão eléctrica são os mesmos da versão a gasolina, mas no geral o ë-C4 apresenta uma melhor relação entre conforto e estabilidade, além de preservar o espaço disponível a bordo.

Esta é, sem dúvida, uma proposta muito interessante e que certamente fará com que a marca francesa ganhe terreno no mercado das frotas, um objectivo que a Citroën Portugal já admitiu ter para este ano.

Ao volante do novo Citroën C4: um eléctrico que também aposta no Diesel e na gasolina

Mas tal como sempre acontece, serão as exigências dos utilizadores a determinar se a opção eléctrica, que arranca nos 37.607 euros, faz sentido, até porque as variantes com motor a combustão têm preços de entrada bastante inferiores: 23.607 euros para as versões a gasolina e 27.707 euros para as Diesel.

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