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Os pneus são um dos elementos mais importantes num automóvel. Ainda assim, continuam a ser um dos aspectos que menos atenções recebe por parte dos condutores.

De pouco servem as capacidades e os níveis de "performance" do seu automóvel se os pneus que estiver a usar não estiverem de acordo com a norma e com as especificações do próprio fabricante.

Quando a profundidade do pneu for inferior a 1,6 mm (ainda que haja fabricantes que definem o limite aos 2 mm), os problemas começam. Com uma borracha gasta, aumenta o risco de "aquaplaning", perde-se aderência e aumenta consideravelmente o risco de acidente. E nesta altura chegou a hora de substituir os pneus… e com isso começa (ou deveria começar) uma análise atenta aos detalhes presentes na "etiqueta" dos pneus. Só assim poderá fazer a escolha mais acertada.

Etiqueta europeia de pneus


Desde há uns anos que os pneus novos vêm com uma etiqueta semelhante à que encontra quando vai comprar um novo electrodoméstico. Trata-se de uma etiqueta europeia que mostra três dados fundamentais: resistência à rodagem, aderência sobre as superfícies molhadas e, por fim, nível de ruído.

Resistência. Quanto mais alta é a resistência ao rolamento, maior é o consumo de combustível e maiores vão ser as emissões de CO2. Esta "medida" está especificada mediante letras que vão do A (a mais eficiente) até à G (a menos eficientes). A diferença entre um pneu de classe A e um pneu de classe G pode chegar a ser de 0,5l/100km.

Aderência. O segundo é a aderência a superfícies molhadas. Também se especifica mediante letras que vão do A à G. E numa situação de emergência, uma "classificação" superior pode fazer toda a diferença, ora veja: numa travagem de emergência a 80 km/h, o mesmo carro vai travar 18 metros antes se estiver equipado com pneus classe A ao invés de pneus com avaliação G.

Ruído. É o último parâmetro a determinar a escolha de um pneu, mas não significa que seja menos importante. É um critério que está relacionado com a qualidade de vida, uma vez que os pneus são responsáveis por grande parte do ruído que "sai" de um automóvel. Este critério conta com três classes, representadas por uma onda sonora (nota mais alta), duas ou três (nota mais baixa). Os pneus qualificados como menos ruidosos serão aqueles que produzem um ruído inferior a 68dB, sendo que os mais ruidosos fazem até 74dB.

Informação do pneu


Além da etiqueta que referimos acima, todos os pneus vêm com informações inscritas que nos ajudam a fazer a melhor escolha possível.  

O primeiro dos números define as dimensões, que devem ser ajustadas de acordo com as recomendações do fabricante do seu automóvel. No pneu encontrará a seguinte inscrição: XXX/XX R XX (215/60 R 16, no caso do pneu que usámos para ilustrar este exemplo).

Tal como a própria ilustração indica, o primeiro número refere a largura do pneu em milímetros. Por sua vez, a segunda é a relação percentual entre a altura e a largura, e a terceira mostra o diâmetro da jante em polegadas. Já a letra "R" corresponde à estrutura com que o pneu foi construído: radial.

Depois, surge a indicação "95W". O 95 é um número correspondente a um índice de carga (que pode ser encontrado em tabelas universais) e o W assinala um código de velocidade que corresponde à velocidade máxima que o pneu em causa permite.

Por fim, é importante ter em atenção outro dado importante, o ano da produção do pneu. Vem identificado com quatro números, sendo que os dois primeiros correspondem à semana e os dois seguintes ao ano. Por exemplo: se no pneu estiver "marcado" 2216, significa que o pneu foi produzido na semana 22 do ano 2016. Este dado é especialmente importante para quem compra pneus em segunda mão.

Até porque nos dias de hoje, com a globalização e com o uso (cada vez mais crescente) da Internet, esta é uma prática que tem vindo a ganhar cada vez mais "adeptos". Ainda assim, as enormes diferenças de preço que existem nas várias propostas que estão disponíveis no mercado não surgem por acaso. Traduzem as diferenças de tecnologia e de produção de cada pneu, e se estes factores não forem analisados ao detalhe, poderá estar a comprar um conjunto de pneus que o irá colocar em perigo.

E lembre-se: uns bons pneus não são um gasto mas antes um investimento, já que são os únicos elementos que unem o seu automóvel ao solo.
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