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Próximo Nissan Leaf será “semiautónomo”
13:47 - 06-01-2017
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Carlos Ghosn testou o protótipo autónomo do Infiniti Q50
O próximo Nissan Leaf já vai estar equipado com o novo sistema de condução semiautónomo da marca nipónica. A confirmação foi feita por Carlos Ghosn, CEO da Aliança Renault-Nissan, durante a CES – a maior feira electrónica do mundo – em Las Vegas. Ghosn assegurou que a próxima geração do Leaf vai contar com o sistema "ProPilot", que permite a função de condução autónoma numa única faixa de rodagem da auto-estrada.

Pode não se tratar de um sistema tão desenvolvido como o "Autopilot" da Tesla, mas faz parte do objectivo anunciado pela Nissan de trazer a condução autónoma para as massas, sendo que esta estratégia se divide em quatro fases: A primeira é a que o próximo Leaf terá, que permite a condução autónoma numa única faixa em auto-estrada, lendo a "linha" central da estrada e mantendo o carro centrado dentro da faixa, calculando ao mesmo tempo a distância para o veículo da frente.

Em segundo, a Nissan quer que esta tecnologia seja expansível a todas as faixas da auto-estrada, permitindo que o sistema seja capaz de fazer com que o carro troque de faixa de forma automática. Porém, esta tecnologia só deverá surgir nos modelos da Nissan depois de 2018.

Em seguida, na denominada "fase 3", a Nissan quer "trazer" a condução autónoma para os centros das cidades, onde os desafios para um sistema deste tipo são bastante superiores e constantes. A marca japonesa definiu o ano de 2020 para a implementação desta tecnologia. E por fim, a fase quatro vai consistir num sistema que permita ao veículo ser "100 por cento autónomo". Contudo, a Nissan não adiantou quando pretende chegar a esta fase da estratégia.

Recorde-se que Ghosn se recusou a afirmar quando é que o novo Nissan Leaf vai surgir no mercado, mas tudo aponta para que isso só aconteça em 2018. Certo, para já, é que fruto da Aliança Renault-Nissan, o próximo Leaf vai partilhar a plataforma e o motor com o Renault ZOE.

Carlos Ghosn testou o protótipo autónomo do Infiniti Q50

Mas enquanto a tecnologia de condução autónoma do Leaf não chega, Ghosn foi convidado a viver uma experiência "autónoma" num protótipo autónomo do Infiniti Q50 – trata-se da marca de "luxo" da Nissan, tal como a Lexus está para a Toyota – nas estradas de Silicon Valley, na Califórnia.

Carlos Ghosn testou o protótipo autónomo do Infiniti Q50


Mas mesmo que se trate de um veículo com um registo especial do estado da Califórnia para veículos autónomos e que Ghosn tenha recebido por parte do referido estado uma licença de condução para que pudesse "retirar as mãos do volante", entrar num automóvel e não segurar o guiador é uma experiência que deixa qualquer um desconfortável… pelo menos quando se trata de uma estreia, como foi o caso.

Mas como o próprio admitiu, rapidamente se começou a sentir confortável e seguro à medida que o carro lidava "com as ruas suburbanas, incluindo os cruzamentos e o tráfego denso". "Nós andámos na auto-estrada e nas estradas citadinas. Algumas vezes fomos ‘cortados’ por outros condutores mas nunca nos sentimos ameaçados. Em todas as ocasiões o carro antecipou o movimento dos outros carros e reagiu de forma apropriada", declarou o CEO da Aliança Renault-Nissan.

Carlos Ghosn testou o protótipo autónomo do Infiniti Q50


E se acima lhe contávamos que o próximo Nissa Leaf já estará equipado com um sistema de condução semiautónomo, não será caso único. Faz parte da estratégia da Aliança Renault-Nissan lançar no mercado dez modelos com "capacidades de condução autónoma significativas até 2020", pelo que Ghosn acredita que esta tecnologia será bastante benéfica no futuro.

"Os carros com condução autónoma vão ajudar condutores mais velhos a circular de forma mais segura e até mais tarde", afirmou, antes de acrescentar que este tipo de veículos tem "potencial para ajudar a melhorar o congestionamento urbano e a gestão do trânsito, bem como tornar as nossas estradas mais seguras", concluiu.
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