João Vaz
A bomba de questões
Não estava em nenhuma lista do material desaparecido de Tancos, mas parece a de efeito mais devastador.
Não estava em nenhuma lista do material desaparecido de Tancos, mas parece a de efeito mais devastador.
Se a campanha eleitoral fosse um jogo com o antigo pião do ‘Rapa’, Rui Rio apostava sempre no ‘Deixa’.
A campanha eleitoral ainda não começou oficialmente, mas os portugueses já viram exposto todo o género de táticas.
O cidadão é um consumidor e a campanha aum tempo de saldos e restos de coleções antigas.
Neste verão, tornou-se habitual acontecer o contrário do que parecia mais provável.
O compromisso com as contas certas tornou-se o chapéu de sol da credibilidade política.
O fundamental está na necessidade de melhoria das relações humanas.
Acabou-se o paraíso da cumplicidade necessária para bons resultados no crescimento económico.
A história dos trabalhadores portugueses está cheia de greves heroicas e outras valorosas formas de luta pela melhoria das condições de vida.
Expressões muito repetidas nos últimos dias, como ‘crise energética’ e ‘requisição civil’, despertam curiosidade sobre o seu real conteúdo.
O tema é mais de conferência nacional do que sugestão de leitura rápida.
A disputa do voto dos portugueses está a pisar demasiadas linhas vermelhas que o respeito pelos cidadãos exigia considerar intocáveis.
Dificuldade em pôr a funcionar o Executivo de Madrid resulta de uma divisão.
Constata-se apenas que hoje é domingo, como no dia em que a Apollo 11 poisou na Lua.
Este verão desperta mais motivos de admiração do que os resultados do governo de Costa e Centeno.