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Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente!
10:49 - 09-03-2018
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Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!Destinos da Mercedes em mãos chinesas, reconhece presidente Zetsche!
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De um lado há uma parceria industrial com o grupo BAIC. Do outro registou-se a entrada do patrão da Geely, Li Shufu, como acionista de referência com 9,69%, o maior acionista singular da companhia. E se dúvidas ainda houvesse, Dieter Zetsche, o presidente sempre frontal nas suas declarações, tratou de as desfazer: a Daimler, proprietária entre outras da Mercedes-Benz, já não é dona do seu destino e qualquer nova aliança industrial terá de ter o beneplácito do parceiro chinês!

Ou seja, mesmo que não sob a forma de um bloco, até porque BAIC e Geely terão interesses concorrentes, a China tomou de certa forma controlo da "mãe" da Mercedes! Zetsche nem tem qualquer problema em reconhecer que Li Shufu é um brilhante homem de negócios: "Tínhamos falado com ele da relação com a Volvo, de uma eventual cooperação na China e da questão de uma tomada de posição na Daimler. Quanto a este ponto, dissemos que seríamos a favor e, na verdade, ele fez o que anunciou. Mas nunca pensámos que começasse logo com uma participação de 9,69%...", confessou Zetsche.

O problema é que este "ataque" de Shufu pode estimular a BAIC a tentar tomar uma participação mais activa do que a de simples parceira na Daimler… "Gostaríamos de chegar a um consenso com o nosso parceiro chinês", explicou Zetsche, referindo-se à BAIC, a sociedade chinesa com que explora a fábrica Beijing Benz, em Pequim. "Estamos dispostos a examinar tudo desde que esteja de acordo com os desejos do nosso parceiro". Ou seja, o que Zetsche quis dizer foi que, no futuro, todas as grandes decisões na Daimler serão "esgrimidas" entre os dois parceiros chineses… As voltas que a vida dá!

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