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13 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F1

00:01 - 13-09-2016
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13 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F1
13 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F113 de Setembro de 1962: Cooper campeã na F1
Charles Cooper trabalhou como mecânico antes da II Guerra Mundial. Depois do conflito realizou alguns modelos que surgiram pontualmente em Grandes Prémios de F1, mas mesmo com pilotos como Harry Schell, Mike Hawthorn e Stirling Moss, passou sempre ao lado de qualquer resultado relevante.

Tudo se alterou em 1958. A Cooper garantiu motores Coventry-Climax, dos mais potentes na década de 60, e contou com a presença de Stirling Moss, que começou por bater a Ferrari no GP da Argentina, onde a Scuderia parou para reabastecer os seus carros, desconhecendo que os Cooper podiam cumprir a prova sem paragens. Sendo leves, consumiam menos e não desgastavam tanto os pneus. Foi a primeira vitória de um F1 com motor montado em posição traseira. Na fase final da temporada, a Vanwall impôs-se e garantiu o título.

Em 1959 a Vanwall ficou de fora e a Cooper venceu cinco das nove provas do campeonato, festejando o título em Monza, na penúltima prova do ano. Jack Brabham e Stirling Moss garantiram dois triunfos cada e Bruce McLaren venceu a derradeira corrida da época.

No ano seguinte o domínio foi ainda maior. Stirling Moss trocou a Cooper pela Lotus, num ano em que Jack Brabham arrasou a concorrência. Não começou bem: Bruce McLaren, o seu companheiro de equipa, venceu na Argentina, Moss ganhou no Mónaco, mas o australiano dominou as cinco corridas seguintes, algo nunca visto na época. As vitórias de Phil Hill (Ferrari) e Stirling Moss nas duas últimas corridas da temporada não tiveram qualquer influência na decisão do título da Cooper e de Brabham.

O período de graça terminou em 1961. A alteração nos regulamentos, para os quais a Ferrari se preparou com grande antecipação, deixaram a Cooper sem argumentos para lutar pelo tri-campeonato.

A vitória de Bruce McLaren no GP do Mónaco de 1962 foi o último grande sucesso de uma equipa que, pouco a pouco, foi desaparecendo de cena. O último Cooper a ser visto numa grelha de partida da F1 teve lugar no GP do Mónaco de 1969. Estava equipado com um motor Maserati e foi conduzido por Vic Elford. Foi 7º (e último), a seis voltas do vencedor.
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